Decreto Legislativo sobre contas de 2016 do município é aprovado em primeira votação pela Câmara

O decreto passou pela análise da Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização da Câmara

Por Redação 17/05/2018 - 13:50 hs
Foto: Ilustração
Decreto Legislativo sobre contas de 2016 do município é aprovado em primeira votação pela Câmara
Reprodução/ Internet

Foi colocado em primeira votação na sessão dessa terça-feira, 15, o Decreto Legislativo nº 01/2018, aprovando os balancetes mensais de janeiro a dezembro e o balanço geral do exercício de 2016 do município de Canoinhas. O decreto passou pela análise da Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização da Câmara.

Vereador Paulo Glinski (PSD) explicou em sua manifestação, que nos últimos anos, nas aprovações das contas tem se observado algumas restrições que são de ordem administrativa, e que vem permanecendo, com apontamento do Tribunal de Contas para serem corrigidas. “Faço uma a menção aqui, para que não paire qualquer dúvida sobre a lisura das contas de 2016”, referindo-se que algumas pessoas que contestam essas prestações de contas, não tem todas as informações de quem está no poder público tem. Glinski referiu-se que o Tribunal de Contas aponta algumas incongruências que vem acontecendo há alguns anos já. “E essas não são situações fáceis de serem eliminadas no dia a dia, pois são burocráticas ou operacionais”.

O parecer do Tribunal de Contas foi pela aprovação das Contas de 2016, mas a cada ano eles vão mudando sua sistemática de avaliação. "A lisura das contas é incontestável, mas essas inconsistências terão que ser sanadas pelo município com o tempo, embora elas não prejudiquem a legalidade da aprovação e nem coloquem em dúvida a transparências das ações", finalizou Glinski.

Coronel Mario Erzinger (PR) em sua fala também agradeceu o comprometimento das comissões da Câmara que trabalharam na leitura e análise da prestação de contas. “Esse tipo de trabalho é uma prova real de quanto os vereadores trabalham na fiscalização, pois pela quantidade de documentos anexados demandou um tempo, esforço, e principalmente muitas coerência e bom senso para aprovação”, finalizou.